Terminais informáticos, sobrevida fascista e inscrições nervosas: notas sobre a estética fascista da eletrônica

Max Ernst, Pequena Máquina Construída por Minimax Dadamax em pessoa. 1919-1920. Impresso à mão, lápis de tinta, tinta e guache em papel marrom. 50 x 31.5 cm. Pretendemos desenvolver a redação da tese por meio de uma micrologia ou organização constelatória de fenômenos históricos esparsos e elaborações teóricas críticas do século XX que ajudem aContinuar lendo “Terminais informáticos, sobrevida fascista e inscrições nervosas: notas sobre a estética fascista da eletrônica”

A anestética da modernização capitalista de Susan Buck-Morss tematizada em Umberto Boccioni e Andy Warhol

“A estrutura do caráter do homem moderno, que reflete uma cultura patriarcal e autoritária de seis mil anos é tipificada por um encouraçamento do caráter contra a sua própria natureza interior e contra a miséria social que o rodeia. […] O homem alienou-se a si mesmo da vida, e cresceu hostil a ela (Reich, 1975, p.Continuar lendo “A anestética da modernização capitalista de Susan Buck-Morss tematizada em Umberto Boccioni e Andy Warhol”

o vômito de Rudolf Höss não é bile moral – crítica de zona de interesse

O vômito de Rudolf Höss não é bile moral. O vômito é do ex-combatente da protonazista Freikorps e meticulosamente efetivo administrador da máquina de morte de Auschwitz. Um oficial da SS que viu mais gente morrer do que ele pôde se lembrar, que ordenou e dirigiu o extermínio enquanto observava e anotava em cadernetas oContinuar lendo “o vômito de Rudolf Höss não é bile moral – crítica de zona de interesse”

Estética futurista da guerra – F. T Marinetti

No Epílogo da Reprodutibilidade Técnica [1936], Walter Benjamin nota como a apologia fascista da guerra teve, por necessidade, que ser amparada por uma estetização da guerra para se realizar. Ele apresenta o esforço de estetização por meio do manifesto sobre a guerra colonial na Etiópia aqui traduzido na íntegra, que o autor cita parcialmente fragmentosContinuar lendo “Estética futurista da guerra – F. T Marinetti”

o que é protofascismo? tradução de Fredric Jameson

No seu livro Fábulas da Agressão – Whyndham Lewis, o modernista como um fascista (19790, Fredric Jameson aponta para quatro elementos constitutivos do protofascismo como fenômeno ideológico e cultural. No Prólogo à análise do escritor e pintor modernista Wyndham Lewis, o protofascismo é caracterizado, a partir dos estudos de Nicos Poulantzas, como uma “estratégia móvelContinuar lendo “o que é protofascismo? tradução de Fredric Jameson”

a constelação anestética da modernidade, Parte I

Ao qualificar o pensamento de Benjamin em entrevista à boitempo, Susan Buck-Morss o compreende como tendo um princípio não-autoritário e não-masculinista, e portanto sempre aberto à novas intervenções e interpretações. O interesse de Benjamin ao pensar na Paris do século XIX, na sua própria infância em Berlim ou até mesmo na obscura estética alegórica doContinuar lendo “a constelação anestética da modernidade, Parte I”

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