Umberto Boccioni e Cabeça + Casa + Luz (posteriormente destruído), 1912. Foto: Electra Edicie, Milão. Reprodução de Umberto Boiccioni, Ester Coen. Catálogo de uma exibição no Museu de Arte Metropolitano, 1988. A escultura que podemos ver nos monumentos e exibições da Europe nos dá tão lamentável espetáculo da barbárie e irregularidades [lumpishness] que meus olhosContinuar lendo “[tradução] Manifesto Técnico da Escultura Futurista, Umberto Boccioni, 1912”
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Introdução à Constelação anestética da modernização capitalista em Susan Buck-Morss (mestrado em filosofia)
Umberto Boccioni, Cabeça, casa e luz, 1912. Escultura de gesso destruída. Sobre a pré-história da modernidade poderia ser ilustrativa a análise da mudança de significado levada a cabo na palavra ‘sensação’, sinônimo esotérico do nouveau baudelairiano. A palavra generalizou-se na cultura europeia por meio da teoria do conhecimento. Em Locke, significa a simples e imediataContinuar lendo “Introdução à Constelação anestética da modernização capitalista em Susan Buck-Morss (mestrado em filosofia)”
o corpo que sente e o consolo do conceito
James Ensor, Doutores maus, 1892. Pintura à óleo. 50cm x 61cm. “Pois os sentimentos, por mais vagos que possam parecer à autopercepção, respondem como um reflexo motor à estrutura do objetiva do mundo. […] O amortecimento dos afetos […] pode levar a que a distância em relação ao mundo exterior se transforme em alienação emContinuar lendo “o corpo que sente e o consolo do conceito”
Estética futurista da guerra – F. T Marinetti
No Epílogo da Reprodutibilidade Técnica [1936], Walter Benjamin nota como a apologia fascista da guerra teve, por necessidade, que ser amparada por uma estetização da guerra para se realizar. Ele apresenta o esforço de estetização por meio do manifesto sobre a guerra colonial na Etiópia aqui traduzido na íntegra, que o autor cita parcialmente fragmentosContinuar lendo “Estética futurista da guerra – F. T Marinetti”
Oito Teses sobre a Fantasmagoria, tradução de Marc Berdet
“A felicidade humana – comida ao menor pedido – na utopia de Fourier”, Grandville, 1844 As oito teses de Marc Berdet, atualmente professor adjunto do Departamento de Filosofia da UFRJ, foram publicadas na Anthropology & Materialism, no inglês, em 2013. Essa é uma versão de tradução provisória. Suas oito teses (em construção), abertas à críticaContinuar lendo “Oito Teses sobre a Fantasmagoria, tradução de Marc Berdet”
a constelação anestética da modernidade, Parte I
Ao qualificar o pensamento de Benjamin em entrevista à boitempo, Susan Buck-Morss o compreende como tendo um princípio não-autoritário e não-masculinista, e portanto sempre aberto à novas intervenções e interpretações. O interesse de Benjamin ao pensar na Paris do século XIX, na sua própria infância em Berlim ou até mesmo na obscura estética alegórica doContinuar lendo “a constelação anestética da modernidade, Parte I”
“Teses sobre a Revolução Cultural” de Guy Debord [versão de tradução nossa]
Capa da revista situacionista Action, nº 9, de 13 de Junho de 1968 que, dez anos após a publicação desta tradução na revista Internationale Situationniste, nº 1 (Junho de 1958), reverbera na imagem da capa as Teses sobre a Revolução Cultural. “Le desordre, c’est moi” enuncia o apossar e agarrar da agência revolucionária do fimContinuar lendo ““Teses sobre a Revolução Cultural” de Guy Debord [versão de tradução nossa]”
“Che Guevara Morto” (1968) de John Berger [versão de tradução nossa]
Fotografia de Freddy Alborta, 1967. Vallegrande, Bolivia Numa terça-feira, 10 de Outubro de 1967, uma fotografia foi transmitida ao mundo a fim de provar a morte de Guevara em um confronto entre duas companhias do exército boliviano e guerrilheiros ao norte do Rio Grande no domingo anterior, nas proximidades de um vilarejo na floresta chamadoContinuar lendo ““Che Guevara Morto” (1968) de John Berger [versão de tradução nossa]”
