Estética futurista da guerra – F. T Marinetti

No Epílogo da Reprodutibilidade Técnica [1936], Walter Benjamin nota como a apologia fascista da guerra teve, por necessidade, que ser amparada por uma estetização da guerra para se realizar. Ele apresenta o esforço de estetização por meio do manifesto sobre a guerra colonial na Etiópia aqui traduzido na íntegra, que o autor cita parcialmente fragmentosContinuar lendo “Estética futurista da guerra – F. T Marinetti”

o que é protofascismo? tradução de Fredric Jameson

No seu livro Fábulas da Agressão – Whyndham Lewis, o modernista como um fascista (19790, Fredric Jameson aponta para quatro elementos constitutivos do protofascismo como fenômeno ideológico e cultural. No Prólogo à análise do escritor e pintor modernista Wyndham Lewis, o protofascismo é caracterizado, a partir dos estudos de Nicos Poulantzas, como uma “estratégia móvelContinuar lendo “o que é protofascismo? tradução de Fredric Jameson”

O paradoxo da aceleração, de Mikhail Epstein (1985)

Horizonte Vermelho, Erik Bulatov (1971-1972). Óleo sobre tela, 140 x 180 cm. “O que é novo?” Essa pergunta impaciente e superficial carrega o potencial para uma resposta profunda, que geralmente ignoramos. “O que é novo em mim” ou “no mundo” são expressões formuladas com concisão para aquilo em que deveríamos estar pensando e sobre aquiloContinuar lendo “O paradoxo da aceleração, de Mikhail Epstein (1985)”

Oito Teses sobre a Fantasmagoria, tradução de Marc Berdet

“A felicidade humana – comida ao menor pedido – na utopia de Fourier”, Grandville, 1844 As oito teses de Marc Berdet, atualmente professor adjunto do Departamento de Filosofia da UFRJ, foram publicadas na Anthropology & Materialism, no inglês, em 2013. Essa é uma versão de tradução provisória. Suas oito teses (em construção), abertas à críticaContinuar lendo “Oito Teses sobre a Fantasmagoria, tradução de Marc Berdet”

a constelação anestética da modernidade, Parte I

Ao qualificar o pensamento de Benjamin em entrevista à boitempo, Susan Buck-Morss o compreende como tendo um princípio não-autoritário e não-masculinista, e portanto sempre aberto à novas intervenções e interpretações. O interesse de Benjamin ao pensar na Paris do século XIX, na sua própria infância em Berlim ou até mesmo na obscura estética alegórica doContinuar lendo “a constelação anestética da modernidade, Parte I”

o que é eduroam?

“[U]ma imagem de nossa resposta psicológica ao tempo e do modo pelo qual somos determinados a controlá-lo pela criação de fantasias históricas” (Rosalind Krauss, Modern Sculpture, p. 282).Imagem: Spiral Jetty, Robert Smithson, Great Salt Lake, Utah, 1970. bem-sucedido na captura do objeto, o corte tramontina rompe a malha das redes de frequência (/ˈwaɪfµtor/) que nublavaContinuar lendo “o que é eduroam?”

11 Teses sobre a Atualidade da Revolução

USP, SP, 1968, Marcelo Brodzky. Da série 1968: THE FIRE OF IDEAS 2014. Na legenda escrita a mão por Brodzy se lê: “Em 3 de Outubro de 1968, teve lugar a batalha de Maria Antonia em que os estudantes de USP se levantaram contra a Ditadura Militar do Brasil. Como comenta Márcio Seligmann-Silva, em WalterContinuar lendo “11 Teses sobre a Atualidade da Revolução”

notas de atualização, 05.12/19f

“Imagens inquietantes em que algo parece errado [that feel ‘off’]” é a definição que o anônimo do sub-fórum paranormal /x/ do 4chan usa para descrever essa primeira imagem que desencadeou a série conhecida como liminal spaces [espaços liminais]. O precursor estético dos liminal spaces é a sub-cultura dos back-rooms que cria espaços virtuais depois daContinuar lendo “notas de atualização, 05.12/19f”

“Teses sobre a Revolução Cultural” de Guy Debord [versão de tradução nossa]

Capa da revista situacionista Action, nº 9, de 13 de Junho de 1968 que, dez anos após a publicação desta tradução na revista Internationale Situationniste, nº 1 (Junho de 1958), reverbera na imagem da capa as Teses sobre a Revolução Cultural. “Le desordre, c’est moi” enuncia o apossar e agarrar da agência revolucionária do fimContinuar lendo ““Teses sobre a Revolução Cultural” de Guy Debord [versão de tradução nossa]”

“Che Guevara Morto” (1968) de John Berger [versão de tradução nossa]

Fotografia de Freddy Alborta, 1967. Vallegrande, Bolivia Numa terça-feira, 10 de Outubro de 1967, uma fotografia foi transmitida ao mundo a fim de provar a morte de Guevara em um confronto entre duas companhias do exército boliviano e guerrilheiros ao norte do Rio Grande no domingo anterior, nas proximidades de um vilarejo na floresta chamadoContinuar lendo ““Che Guevara Morto” (1968) de John Berger [versão de tradução nossa]”

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