máquina de lorota I

Rashid Johnson, Untitled Anxious Red Drawing, 2020, Oil on cotton rag, 97.2 x 127 cm O clarão da ogiva atômica ou informática não passa da erradicação da noite. O impossível a nível cósmico (a visualização simultânea de todas as estrelas) é a realização tecno-informática maior. Iluminação total, esta nossa atividade sem trégua. Não há maisContinuar lendo “máquina de lorota I”

o corpo que sente e o consolo do conceito

James Ensor, Doutores maus, 1892. Pintura à óleo. 50cm x 61cm. “Pois os sentimentos, por mais vagos que possam parecer à autopercepção, respondem como um reflexo motor à estrutura do objetiva do mundo. […] O amortecimento dos afetos […] pode levar a que a distância em relação ao mundo exterior se transforme em alienação emContinuar lendo “o corpo que sente e o consolo do conceito”

a memória esquecida do outro

Capa do disco Hip Hop do trio Chelpa Ferro, Barrão, Luiz Zerbini e Sergio Mekler. Lançado pelo selo QTV em 12 de Agosto de 2021. Arte de Lucas Pires. o cara tava sentado, sentado na praça, debaixo da árvore,numa cadeira de praia,vibra-fantasma no bolso,lendo um livro,só a página direita,em português,a outra em alemão,(que não sabia)tiniam pedrinhas,corriam crianças,arfavamContinuar lendo “a memória esquecida do outro”

rugas rígidas, rugas voláteis. sobre a arte de artur nogari

Artur Nogari, Sem título, Setembro de 2024. Folha A5, 200g/m2, 148x210mm. Canetas nankin. A arte é objetificação da vontade numa coisa ou atuação, e o despertar ou a estimulação da vontade. Do ponto de vista do artista, é a objetificação de uma volição; do ponto de vista do espectador, é a criação de um cenárioContinuar lendo “rugas rígidas, rugas voláteis. sobre a arte de artur nogari”

“Pós-rock” de Jack Chuter [tradução]

Composição Vorticista com Figuras, Preto e Branco – Helen Saunders, circa 1915. Grafite e tinta preta e colagem sobre papel tecido. Dimensões: 25,4cm x 17,8cm. Introdução Após ler este livro, espero que o termo ‘pós-rock’ entale na sua garganta na próxima vez que for usá-lo, nem que seja por um breve momento. Pense na convolutaContinuar lendo ““Pós-rock” de Jack Chuter [tradução]”

A anestética da modernização capitalista de Susan Buck-Morss tematizada em Umberto Boccioni e Andy Warhol

“A estrutura do caráter do homem moderno, que reflete uma cultura patriarcal e autoritária de seis mil anos é tipificada por um encouraçamento do caráter contra a sua própria natureza interior e contra a miséria social que o rodeia. […] O homem alienou-se a si mesmo da vida, e cresceu hostil a ela (Reich, 1975, p.Continuar lendo “A anestética da modernização capitalista de Susan Buck-Morss tematizada em Umberto Boccioni e Andy Warhol”

Modos de servidão voluntária e deturpação da piedade natural

“Um saber inconsciente sussurra para as crianças aquilo que nesse caso é reprimido pela educação civilizatória, e é esse saber que está em questão: a miserável existência física inflama-se em direção ao interesse supremo que não é muito menos reprimido, em direção ao ‘O que é isso?!’ e ao ‘Para onde isso leva?’ – Theodor Adorno,Continuar lendo “Modos de servidão voluntária e deturpação da piedade natural”

Manifesto da Federação dos Artistas da Comuna de Paris, 1871

O sapateiro-escultor Napoléon Gaillard em frente a sua criação: a barrricada de Gaillard. “Eu me entendo como um trabalhador, como um ‘sapateiro-artista’, e fazendo sapatos, eu tenho direito ao mesmo respeito dos homens quanto ao que se dá àqueles se entendem como trabalhadores segurando canetas.” Gaillard dizia que o sapato moderno era um instrumento deContinuar lendo “Manifesto da Federação dos Artistas da Comuna de Paris, 1871”

o vômito de Rudolf Höss não é bile moral – crítica de zona de interesse

O vômito de Rudolf Höss não é bile moral. O vômito é do ex-combatente da protonazista Freikorps e meticulosamente efetivo administrador da máquina de morte de Auschwitz. Um oficial da SS que viu mais gente morrer do que ele pôde se lembrar, que ordenou e dirigiu o extermínio enquanto observava e anotava em cadernetas oContinuar lendo “o vômito de Rudolf Höss não é bile moral – crítica de zona de interesse”

Esquecer Foucault – Jean Baudrillard, prefácio de Muniz Sodré

Os bastidores da publicação de Esquecer Foucault (publicado em 1977]) de Jean Baudrillard, segundo Muniz Sodré. “Este texto de Jean Baudrillard tem uma pequena história de bastidor. Talvez não pudesse ser contada por escrito na França, pelo menos nunca foi, por razões de ética, de deixa-pra-lá, essas coisas. Mas como estamos abaixo do Equador, regiãoContinuar lendo “Esquecer Foucault – Jean Baudrillard, prefácio de Muniz Sodré”

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